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Nilton Machado Castro, Estudante de Direito
Nilton Machado Castro
Comentário · há 5 anos
Agora, posso opinar com mais confiança, Eu li o artigo e todos os pareceres dos opinadores, Continuo com minha retro opinião. O Juiz e os desembargadores tem razão. Muito embora a maioria das opiniões são oponentes aos juiz, ou aos juízes? Eu reflito assim: "Pau que dá em chico dá em francisco". Se o Juiz não tivesse mostrado a sua autoridade de magistrado, que deve ser respeitada na sua qualificação; ele seria, com em princípio foi, desqualificado. Aconteceu comigo em uma abordagem de trânsito. Não dei carteirada como profissional da saúde; mas o agente de trânsito prepotente, que se projetou de soberano, me enquadrou em ilícito falacioso; em que, respondo por crime inexistente. Gente, é preciso ter experiência para opinar. Eu sei que é difícil obedecer. Imagino o que aconteceu naquele momento. Um agente de trânsito abordando um juiz e fazendo autoridade sobre ele. Foi um momento difícil.Fico com o Juiz, ele não pode se esquivar. Eu tenho lembranças triste quando desobedeci algumas ordens superiores, começando na infância. O Juiz não estava lesando; muito pelo contrário, estava se protegendo como magistrado de abordagem supostamente irregular. O agente foi infeliz, devido o seu despreparo. Esta é a verdade. Com isso, sofreu as consequências do ofício. Como também, deve ter punido mitos inocentes indefesos. Como o meu caso, que estou respondendo processo, sendo inocente por uma lei mal elaborada, que não dispõe de profissional de saúde para identificar os supostos sintomas de ilícito. Obs. Tenho 62 anos, Técnico de enfermagem, Psicólogo, estudioso de Direito e outros. Confesso, fui abordado por dezenas de vezes no trânsito. Encontrei muito deuses por ai, me humilhando ante uma farda que ajudo comprar. Eu muitas vezes eu queria ser este FELIZ Juiz que ainda trouxe a carteira consigo; não precisava outro documento para esta autoridade; pois se não tivesse a carteira, talvez outros documentos não adiantaria, pois teria que rezar muito para o Deus que ele iria enfrentar NA ABORDAGEM.
Nilton Machado Castro, Estudante de Direito
Nilton Machado Castro
Comentário · há 5 anos
A OAB é o EOAB; o juiz é a lei estão atrelados. Quem se excedeu em expressar a autoridade ou sobremaneira: o agente de trânsito, ou o MM. Juiz que se apresentou como o defensor da lei? Ressalto, a OAB já tem muito serviço ao policiar os advogados infratores que usam o manto do Direito para lesar seus clientes, ou tomar proveito da situação vulnerável desses infelizes. A mídia trás muitos casos e, ouço muitas reclamações em relação a esses profissionais que vou ser um dia, um deles. Aliás, já fui lesado por alguns deles. Um eu processei, outro estou em litígio ha 14 anos; outros escapei deles, mas ainda existem consequências ... . Já fui retirado de sala de audiência, no entanto não tenho nada contra a autoridade do Juiz. Eu respeito a autoridade maior. Foi o que aprendi lá em casa, quando devia obediência. Deixo as minhas considerações ao bom profissional desta nobre profissão.
Nilton Machado Castro, Estudante de Direito
Nilton Machado Castro
Comentário · há 5 anos
Preleminarmente, antes de ler os comentários, vou ressaltar o que subjetivamente experienciei numa Blits da tal lei seca. Para opinar é preciso vivência subjetiva de fato. No dia 1º de maio as 23:30 hs. de 2013, eu e minha filha na motocicleta, fomos abordados por agente numa dessas eventuais blits da lei seca. O aludido agente perguntou se eu havia ingerido álcool. Usei da sinceridade que no almoço havia tomado um copo de vinho. Ele alegou que iria acusar no etilômetro e eu poderia sair dali preso. Como eu estava com minha filha menor de idade, recusei fazer o tal "bafômetro". Fiquei aguardando o auto da infração por aproximadamente 40 minutos. A surpresa foi que, em consequência da minha recusa, adicionaram unilateralmente: "hálito alcoolico e olhos vermelhos", pura mentira; Pois não apresentava tais sintomas, além do mais, não fui submetido a exame por profissional afim. Isto foi engendrado para dificultar a minha defesa posteriormente; em que acabou acontecendo a minha punição. Moral da história,"NÃO EXISTE SERIEDADE". Contudo sou mais a carteirada do Magistrado que é soberano na qualidade, do que a mentirada e a desqualificação de certos agentes. Ressalto, só criticar não basta, é preciso experienciar. Foi exatamente o que aconteceu comigo. Talvez, aquele Juiz foi reduzido o seu conteúdo intelectual. Consequentemente, foi necessário, o anúncio de sua qualificação. Por isso é que ele estudou, também para dizer que é autoridade. Caberia ao agente se reportar e reconhecer o MM, como o Sr. da lei.
Nilton Machado Castro, Estudante de Direito
Nilton Machado Castro
Comentário · há 5 anos
Eu sempre achei alguma coisa errada no EOAB em relação ao quesito sucumbenciais: não tem nada a ver.Dessa forma o cliente paga duas vezes e seus resultados dos direitos não são vistos. Esta juíza está coerente com sua cognição. Estou na eminência de ser mais um operador de Direito e, vou ficar muito triste em sentir que estou lesando indiretamente o meu cliente com esta manobra de sucumbência. Pois quem ganha é o cliente. O advogado é pago para representar; cada qual estipula o seu preço previamente: 10, 20. 30%, etc... . Meus parabéns MM. Nem li todo o artigo. Mas já havia feito a minha dedução previamente. O enunciado bastou!
Nilton Machado Castro, Estudante de Direito
Nilton Machado Castro
Comentário · há 6 anos
Eu, pessoalmente, estou em cima do muro. Como podemos atribuir um delito praticado ilicitamente ofensor; muito embora a lesão exista. Mas eu fico triste quando vejo algumas melhorias na legislação; todavia o Estado toma proveito para aumentar a recadação e formalizar novas formas de corrupção pelos seus agentes, através desta nova diretriz. O exemplo da lei seca. Os acidentes continuam. Comportamento inadeguado no trânsito também continuam! Só aumentaram as multas para encher o cofre público e empobrecer a sociedade. Foi uma solução imediatista que atingem mais os desinformados e não os praticantes da irregularidade; principalmente quando é coagido numa blits. Pois o cidadão tem medo de se expor a procedimento de investigação.
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